À gente de todos os dias.
...Eu sou o poeta das contra-capas
O catavento dos ventos alísios das relações
O desinteressado
O desinteressante
O desesperado na busca incessante
O conformado sem verdade própria
Do criador das frases sem efeito
Que agora do peito regurgita a alma
E deixa o trouxa,Inútil sentimento pra que sintam pena
Me peçam calma
pra que alguém sem tempo
tempo perca lendo
essas bobagens que me passam a hora
Um decadente cujo tempo esmaga
em suma tristeza crua que não passa,
não passa.
Por que 333, metade do Diabo que eu sou.
Nem cruz, nem água benta podem me deter agora.
333, metade do Diabo que eu sou.
Nem bala de prata, nem alho, nem bugalho
vão apagar minhas mordidas.
Eu não sei viver em paz, eu não sei viver em paz...
333 - Guido. É o diabo em cada um de nós.


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